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Especial genital:
Sexo no Atari 2600
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Esta matéria e desaconselhada para menores de 18
anos.
QUADRADOS VESTIDOS X PINGOLINS
ERETOS
Os personagens atarracados do Atari
deram mais do que certo, mesmo que fossem irreconhecíveis com sua
fisionomia quadriculada, e renderização absolutamente grotesca se
comparada aos dias de hoje - ou a um Playstation 2 alguns zilhões
de vezes mais rápido que um Atari 2600. Isso, levando-se em conta
que a maior parte dos personagens apresentáveis no console são
alienígenas, inimigos exóticos, mas sempre com uma indumentária
virtual (ou imaginária). Se eles não estão vestidos, na maioria
das vezes são animais, ou então são máquinas mesmo.
Agora imaginem alguns jogos de ação
lançados no início dos anos 80, onde os personagens principais
desfilam seus pingolins eretos enfrentando todo a sorte de lâminas
afiadas, bocarras voadoras e monstros castradores, a fim de
arrebatarem as fêmeas numa selvagem cópula em 8 bits... Quando não
são as próprias moças que encarnam o papel de fêmeas insaciáveis
no cio, pipocando no membro do sexo oposto, que nunca é mais bonito
que um Frankstein com o rosto disforme por efeitos digitais, utilizados
para proteger a face de bandidos e testemunhas-bomba.
Assim aconteceu, quando resolveram
utilizar a mesma tecnologia dos alienígenas desarticulados do Atari,
para representar a intensidade dos jogos de amor carnal, ou, como
diria o filósofo, o amor de concupiscência.
Continua
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